L o s   p e q u e  o s   s a n t u a r i o s ,   n o   t a n   f o r m a l e s   o   e l a b o r a d o s   c o m o   l o s   g r a n d e s   t e m p l o s   s e   e n c o n t r a b a n   e n   m u c h o s   s i t i o s   d e l   m u n d o   a n t i g u o .   E n   l o s   n i c h o s   d e   l a s   p a r e d e s   d e   l a s   c a s a s   h a b  a   p e q u e  a s   e s t a t u a s   d e   d i o s e s   d e d i c a d a s   a   c o s a s   c o m o   l a   p r o s p e r i d a d ,   l o s   a n c e s t r o s   o   l a   f e r t i l i d a d .   L o s   l a d o s   d e   l o s   c a m i n o s   e r a n   s i t i o s   h a b i t u a l e s   p a r a   s a n t u a r i o s   a   l o s   d i o s e s   e n c a r g a d o s   d e l   v i a j e   y   e l   c o m e r c i o . 
 
 